sábado, 22 de dezembro de 2012

O natal no mundo

Aproxima-se o Natal e já estou de férias natalícias. Por uns dias há tempo para pensar noutras coisas, ler, jogar e brincar, sem que seja apenas a escola. Por isso resolvi fazer uma apresentação das tradições de Natal no Mundo, sem esquecer a nossa. Aqui está ela! 
Boas festas de Natal e Ano Novo!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Cá vai um conto meu


Hoje resolvi partilhar convosco um conto que escrevi no quarto ano.

Uma caçada no bosque


Num bosque vivia uma família de gatos. Esta família era composta pelo pai e a mãe e por dois filhos, um gatinho jovem e outro recém-nascido.
Um dia, o pai gato, chamado Nitche, disse ao seu filho mais velho:
- Negrito, amanhã vou levar-te para uma verdadeira aventura.
- O que é, pai, onde é que me vais levar? – perguntou o Negrito.
- Vamos fazer uma caçada no bosque e já convidei também os teus primos, que vivem na cidade, para virem connosco.
- Ah! Que bom! Vou caçar com os primos. Mas, pai, diz-me o que é que vamos caçar?
- Ratos do campo, lagartixas e também insetos. Vamo-nos divertir muito.
Nessa noite, o gato Negrito foi dormir a pensar na caçada do dia seguinte. Durante a noite a sua mãe,  Arisca, entrou no quarto com o seu irmão Marotinho, e observou-o a sonhar com as orelhas arrebitadas.
- Dorme bem, Negrito. – disse ela.
No dia seguinte, o pai acordou o Negrito e lá seguiram para se encontrarem com os primos da cidade. Depois foram para o bosque em busca de ratinhos, lagartixas e insetos. Foi uma grande caçada. O Negrito e os seus primos caçaram muitas lagartixas, enquanto o pai gato apanhou e comeu dois grandes ratos do bosque.
À noite, todos contentes e de barriga cheia, regressaram a casa e contaram à Arisca e ao Marotinho as suas aventuras no bosque.

Autor do texto: João Pedro Duarte
Autor da foto: J.Duarte
© Todos os direitos reservados. 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Um dia na floresta


Um dia na floresta pode ser um dia muito agitado, é preciso cuidado com os animais mais selvagens, mas também passar bons momentos a pescar no rio ou a colher fruta nas árvores. Se não conhecermos a floresta pode acontecer ficarmos perdidos e com dificuldade em saber como sair dela. Há que conhecer os pontos cardeais e termos connosco uma bússola para nos orientarmos melhor, para além de levarmos outros materiais: roupa adequada, botas de montanha, material de pesca (se pretendermos pescar), faca de mato, entre outros.
Bem, como disse, um dia na floresta pode ser muito agitado e cheio de surpresas, mas quem vai com espírito de aventura passará, com certeza, um dia muito divertido. 

J. Pedro, 5ºano

domingo, 19 de agosto de 2012

Um dia de férias bem divertido


O Mundo em festa – o parque temático, que visitei com o meu primo e alguns amigos, localiza-se no Porto. Visitei-o durante a estadia na casa da minha tia e do meu tio. O parque tem várias atividades dentro do pavilhão e também fora, todas muito divertidas.
Das atividades realizadas no pavilhão a que gostei mais foi ténis de mesa e futebol, que joguei com o meu primo. Fora do pavilhão, a primeira coisa que fizemos foi o jogo da pesca, embora com peixes de plástico. Gostei muito.
De seguida fomos a um labirinto em que na ida fiquei em antepenúltimo mas, na vinda, já fiquei em primeiro.
Seguidamente fomos todos para um trampolim. Era muito fixe! Não saltei muito alto porque caía. Dali passamos para o mini golfe onde eu marquei dois “buracos”. Ainda fomos andar em carros a pedal e gostei muito de estacionar, fazer curvas com velocidade e bem feitas. Para terminar, visitamos também um mini tanque de água onde conduzimos barcos telecomandados e deu ainda para ir fazer condução na pista de automóveis telecomandados. Adorei a visita.


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Um telemóvel cheio de história


Este telemóvel foi comprado pelo meu pai há uns anos. Na altura o telemóvel era um dos mais modernos. Quando o meu pai mudou de telemóvel passou-o à minha irmã.
Há alguns dias, num passeio na praia a minha irmã perdeu-o enquanto corria atrás de mim nas dunas do Ofir. Foi o início duma aventura que só acabaria no dia seguinte.
Quando demos pela sua falta voltamos para trás e procurámo-lo entre as areias da praia. O sol já tinha desaparecido e escurecia, por isso decidimos voltar lá na manhã seguinte. Levantamo-nos cedo e fomos para o Ofir procurar o telemóvel na esperança de o encontrar. Chegamos ao ponto onde a minha irmã começou a correr e eu dei algumas indicações, pois poderia estar por ali. Todos a olhar para a areia e as ervinhas do caminho, até que lá estava ele sobre a areia. Foi descoberto pela minha irmã.
Uma aventura que começou com preocupação, pois ninguém gosta de perder uma coisa que lhe é útil e de que gosta, e acabou com uma alegria.
JP